1 –
Identificação Ação
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Designação da ação
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Nome do formador
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Ana Paula Rocha
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2 –
Identificação Formando
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Nome do formando
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Catarina Isabel da Silva
Fernandes Maia
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Escola
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Escola Básica dos 2º e 3º
ciclos D. Domingos Jardo
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Nível Ensino
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3º Ciclo do Ensino Básico
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Grupo Recrutamento
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520
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Situação profissional
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Contratada
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Email
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catarinasfmaia@gmail.com
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3 –
Reflexão crítica
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3.1
– Motivos de interesse na ação de formação
(razões
justificativas para frequentarem a formação)
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Quando uma colega me falou da ação de formação sobre integração de ferramentas digitais no processo de aprendizagem
inclusivo, considerei que poderia ser uma mais-valia, no sentido de aprofundar e desenvolver os meus conhecimentos na área, podendo vir a aplicar as ferramentas na minha atividade
profissional. Como professora
que gosta de estar atualizada, senti urgência em me informar acerca das
tecnologias de informação e comunicação e dos programas/ferramentas que se
podem utilizar no processo de ensino-aprendizagem. Existem muitos recursos
disponíveis que desconhecia ou não dominava e, tendo estado afastada do
ensino durante algum tempo, senti a necessidade de me reciclar e tomar conhecimento
do que se passava no "mundo digital".
Sempre fui utilizadora de novas tecnologias na minha prática letiva
recorrendo, como por exemplo, ao PowerPoint, a vídeos do YouTube ou dos
recursos dos manuais digitais e a webquests,
mas tinha noção das minhas limitações em termos de conhecimento de novas
ferramentas digitais e respetivo manuseio. Este conhecimento do
desenvolvimento das ferramentas digitais aplicadas ao ensino vem do meu
marido, que trabalha na área da informática, e me ia pondo a par das novidades
tecnológicas no estrangeiro e que não eram/são muito divulgadas em Portugal.
Por receio do desconhecido nunca quis explorar esses recursos e esta formação
foi o empurrão e a linha orientadora que me faltava para explorar todo um “Novo
Mundo Digital”.
Assim sendo, tomei a iniciativa de me inscrever
na referida ação de formação de modo a poder evoluir como profissional e
enriquecer o meu reportório metodológico.
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3 –
Reflexão crítica
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3.2
– Apreciação crítica das vertentes teóricas e práticas da ação
(identificação
das temáticas abordadas e das metodologias
utilizadas;
referência crítica aos contributos da formação para o
desempenho
profissional)
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Globalmente,
considero que esta formação foi muito pertinente, foram (mais de) vinte e
cinco horas muito proveitosas, em que os objetivos propostos alcançar foram
conseguidos e se verificaram os efeitos a produzir através da
realização dos trabalhos propostos pela formadora, acompanhadas da respetiva
análise crítica.
A
metodologia de e-learning foi
vantajosa na medida em que gerimos o nosso tempo de acordo com a nossa
disponibilidade e tivemos de ter a capacidade de gerir as dificuldades e
tentar superá-las. Fui regrada nos timings
de elaboração dos trabalhos, de modo a não deixar acumular tarefas de uns
módulos para os outros e o facto de fazer este trabalho em grupo permitiu-me
trocar dúvidas e ideias com a minha colega de trabalho, Sandra Marques. Esta
metodologia foi produtiva, através de sessões teórico-práticas (muito mais práticas que teóricas), havendo
uma apresentação teórica inicial com os tutoriais, seguida da aplicação prática dos
mesmos através da concretização de um trabalho com recurso a uma ferramenta
digital (X,Y e Z), permitiu um acompanhamento mais profícuo e um trabalho
mais eficiente por parte dos formandos. A formadora foi a linha orientadora
entre o trabalho solicitado e a elaboração do módulo, sempre com palavras de
incentivo e com críticas pertinentes e construtivas.
No
módulo 0 foi feito o enquadramento do curso, construí a base do portefólio
digital, em formato de blog, onde fiz
a minha apresentação em Prezi
(depois de tentar fazer em PowerPoint
mas não carregava na sua totalidade no SlideShare)
e respondi ao questionário Vark, cujo objetivo foi saber qual a minha
preferência de aprendizagem. Confesso que desconhecia esta ferramenta e achei
a interpretação do resultado bastante interessante.
O blog foi ganhando vida
com a elaboração dos seguintes módulos, cujos trabalhos foram feitos em grupo, através do sistema de três-em-linha, em que se
tinham que escolher três ferramentas digitais das nove disponíveis, seguindo
um sequência em linha. . Não conhecia nenhuma
das ferramentas exploradas, tendo sido uma novidade a sua exploração.
No
módulo 1 elaboramos um mapa mental com recurso à ferramenta Mind Maps. É uma ferramenta intuitiva
e fácil de manusear e que me vejo a usar como forma de resumir conteúdos
abordados.
No
módulo 2 criamos uma em aula em sequência, com recurso ao Blendspace. Foi a ferramenta mais trabalhosa
das três que utilizamos, mas também a que teve um produto final mais
interessante e versátil. Com esta ferramenta faz-se uma compilação de
recursos a trabalhar durante uma aula ou uma unidade didática, sem haver
dispersão da informação, estando todos os documentos compilados num local só.
No
módulo 3 compilamos e organizamos websites,
com recurso ao Symbaloo Edu. De
fácil utilização e muito intuitivo, foi para mim o recurso menos interessante
de explorar. O computador já possui a pasta "Favorito"s, onde adiciono os
meus sites preferidos, e penso que
a ferramenta não trás nada de novo e dificilmente usarei em contexto de sala
de aula.
No
final de cada módulo fiz a respetiva autoavaliação, onde fiz a análise
crítica do trabalho desenvolvido e da ferramenta utilizada, disponibilizando
o link para o recurso.
Em
relação ao trabalho realizado durante as sessões, adquiri competências na
área das ferramentas digitais, pela concretização dos trabalhos solicitados. A
aquisição destas competências foi possível pela atenção às explicações
teóricas do tutorial e pelo empenho na realização dos trabalhos. Considero,
depois de perder o medo inicial de explorar as ferramentas e sabendo que há
tutoriais disponíveis no YouTube que explicam como funcionam, que são de
fácil acesso e de uso muito intuitivo.
Por
tudo o que foi acima apresentado, considero que esta ação foi bastante produtiva
e de qualidade, uma vez que permitiu explorar conceitos da área das
tecnologias de informação e comunicação atuais e pertinentes. A ação foi
notoriamente positiva, as atividades pertinentes, havendo um ambiente de
empenho e colaboração que se pôde verificar pela exploração dos blogs dos formandos, onde considero
que atingi as competências inicialmente propostas, não obstante algumas
dúvidas que surgiram e foram colmatadas, permitindo uma construção harmoniosa
do conhecimento.
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3 –
Reflexão crítica
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3.3
– Conclusões
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Enquanto profissional do ensino sinto
necessidade de acompanhar a evolução tecnológica para estar atualizada no
conhecimento e na aplicação de novas ferramentas informáticas em contexto
escolar. Os alunos nascem num meio rodeado de tecnologias e são cativados
através do recurso a ferramentas inovadoras e diversificadas, de forma a não
haver rotina. O desenvolver o trabalho em grupo ajudou a que houvesse maior
troca de ideias e consequente produtividade.
Neste sentido, considero que esta
formação contribuiu para melhorar a minha prática docente, uma vez que
permitiu desenvolver e aprofundar competências técnico-pedagógicas ao nível
da utilização educativa de ferramentas digitais. Este conhecimento será útil
e colocado em prática de forma, o que terá certamente reflexos positivos na
obtenção de eficiência no processo ensino-aprendizagem.
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