Módulo 1 – Recurso X
Mind Map – Mapas
mentais
Tópico:
Classificação das rochas
Foi proposto, no âmbito do Módulo 1, a
escolha de uma ferramenta digital Web2.0 com que não estivesse familiarizada de
forma a desenvolver um tópico relacionado com os conteúdos que leciono, com o
objetivo de estimular o processo de ensino-aprendizagem.
Com base nas opções oferecidas num Think-Tac-Toe
(3-em-linha) e após a visualização dos tutoriais de cada um deles, fiquei
interessada em desenvolver um tema com a ferramenta “Mind maps – Mapas de
conceitos”. Entretanto, em diálogo com colegas sobre as ferramentas
disponibilizadas e o trabalho a desenvolver, tomei conhecimento que havia a
possibilidade de fazer trabalho de grupo, pelo que eu e a minha colega de grupo
de recrutamento Sandra Marques optámos por fazer o trabalho em conjunto. O
trabalho em grupo foi uma forma de otimizarmos o trabalho e a exploração do
tema na medida que o debate de ideias levou a uma maior criatividade e rapidez
na concretização, trocaram-se ideias, esclareceram-se dúvidas, fomos mais
críticas, na expetativa obtermos um bom produto final.
Após uma breve discussão sobre as ferramentas a utilizar e
o tema a desenvolver, eu e a minha colega concordamos em explorar os mapas
mentais e escolhemos um tema que se trabalha no sétimo ano de escolaridade na
disciplina de Ciências Naturais, “As rochas”, tentando explorar todas as
potencialidades do programa de forma apelativa. Foi uma estreia para as duas
pois desconhecíamos o programa em questão, mas foi relativamente simples de
utilizar. Após a escolha do tipo de diagrama a utilizar e de construir um mapa
de conceitos, tentamos enriquecê-lo com imagens vídeo e cores, visto que a
memória visual facilita a aquisição de conhecimentos. Usamos cores diferentes
em cada tipo de rocha, de forma a relacioná-la com o processo de formação das
rochas (por exemplo o vermelho do magma ou o amarelo da areia). Colocamos notas
de forma a consolidar conteúdos e colocamos uma hiperligação sobre o consumo
associado a rochas sedimentares biogénicas. O vídeo serve de resumo e de elo de
ligação com o conteúdo seguinte, “O ciclo das rochas”.
Após algumas dificuldades básicas, que rapidamente superamos
com a exploração do programa e com a prática (por exemplo como mudar a cor dos
fundos ou o tamanho das letras, colocar os slides em sequência), reparamos que
as retas que estabelecem a ligação entre conceitos nem sempre ficam direitas
nem centradas. Esta condição tem a ver com o próprio programa, dado que não
temos hipótese de mexer nas linhas do mapa de conceitos. No entanto achamos que
o produto final está bem conseguido, estando a relação dos conceitos-chave
principais do tema escolhido muito explícitos.
Foi, sem dúvida, uma mais-valia conhecer e aprender a
manusear esta ferramenta.

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