quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Reflexão Crítica Final

1 – Identificação Ação
Designação da ação
Integração de ferramentas digitais no processo de aprendizagem inclusivo
Nome do formador
Ana Paula Rocha
2 – Identificação Formando
Nome do formando
Catarina Isabel da Silva Fernandes Maia
Escola
Escola Básica dos 2º e 3º ciclos D. Domingos Jardo
Nível Ensino
3º Ciclo do Ensino Básico
Grupo Recrutamento
520
Situação profissional
Contratada
Email
catarinasfmaia@gmail.com

3 – Reflexão crítica
3.1 – Motivos de interesse na ação de formação
(razões justificativas para frequentarem a formação)

Quando uma colega me falou da ação de formação sobre integração de ferramentas digitais no processo de aprendizagem inclusivo, considerei que poderia ser uma mais-valia, no sentido de aprofundar e desenvolver os meus conhecimentos na área, podendo vir a aplicar as ferramentas na minha atividade profissional. Como professora que gosta de estar atualizada, senti urgência em me informar acerca das tecnologias de informação e comunicação e dos programas/ferramentas que se podem utilizar no processo de ensino-aprendizagem. Existem muitos recursos disponíveis que desconhecia ou não dominava e, tendo estado afastada do ensino durante algum tempo, senti a necessidade de me reciclar e tomar conhecimento do que se passava no "mundo digital".
Sempre fui utilizadora de novas tecnologias na minha prática letiva recorrendo, como por exemplo, ao PowerPoint, a vídeos do YouTube ou dos recursos dos manuais digitais e a webquests, mas tinha noção das minhas limitações em termos de conhecimento de novas ferramentas digitais e respetivo manuseio. Este conhecimento do desenvolvimento das ferramentas digitais aplicadas ao ensino vem do meu marido, que trabalha na área da informática, e me ia pondo a par das novidades tecnológicas no estrangeiro e que não eram/são muito divulgadas em Portugal. Por receio do desconhecido nunca quis explorar esses recursos e esta formação foi o empurrão e a linha orientadora que me faltava para explorar todo um “Novo Mundo Digital”.
 Assim sendo, tomei a iniciativa de me inscrever na referida ação de formação de modo a poder evoluir como profissional e enriquecer o meu reportório metodológico.

3 – Reflexão crítica
3.2 – Apreciação crítica das vertentes teóricas e práticas da ação
(identificação das temáticas abordadas e das metodologias
utilizadas; referência crítica aos contributos da formação para o
desempenho profissional)
Globalmente, considero que esta formação foi muito pertinente, foram (mais de) vinte e cinco horas muito proveitosas, em que os objetivos propostos alcançar foram conseguidos e se verificaram os efeitos a produzir  através da realização dos trabalhos propostos pela formadora, acompanhadas da respetiva análise crítica.
A metodologia de e-learning foi vantajosa na medida em que gerimos o nosso tempo de acordo com a nossa disponibilidade e tivemos de ter a capacidade de gerir as dificuldades e tentar superá-las. Fui regrada nos timings de elaboração dos trabalhos, de modo a não deixar acumular tarefas de uns módulos para os outros e o facto de fazer este trabalho em grupo permitiu-me trocar dúvidas e ideias com a minha colega de trabalho, Sandra Marques. Esta metodologia foi produtiva, através de sessões teórico-práticas (muito mais práticas que teóricas), havendo uma apresentação teórica inicial com os tutoriais, seguida da aplicação prática dos mesmos através da concretização de um trabalho com recurso a uma ferramenta digital (X,Y e Z), permitiu um acompanhamento mais profícuo e um trabalho mais eficiente por parte dos formandos. A formadora foi a linha orientadora entre o trabalho solicitado e a elaboração do módulo, sempre com palavras de incentivo e com críticas pertinentes e construtivas.
No módulo 0 foi feito o enquadramento do curso, construí a base do portefólio digital, em formato de blog, onde fiz a minha apresentação em Prezi (depois de tentar fazer em PowerPoint mas não carregava na sua totalidade no SlideShare) e respondi ao questionário Vark, cujo objetivo foi saber qual a minha preferência de aprendizagem. Confesso que desconhecia esta ferramenta e achei a interpretação do resultado bastante interessante.
O blog foi ganhando vida com a elaboração dos seguintes módulos, cujos trabalhos foram feitos em grupo, através do sistema de três-em-linha, em que se tinham que escolher três ferramentas digitais das nove disponíveis, seguindo um sequência em linha. . Não conhecia nenhuma das ferramentas exploradas, tendo sido uma novidade a sua exploração. O tema por nós explorado foi “As rochas”
No módulo 1 elaboramos um mapa mental com recurso à ferramenta Mind Maps. É uma ferramenta intuitiva e fácil de manusear e que me vejo a usar como forma de resumir conteúdos abordados.
No módulo 2 criamos uma em aula em sequência, com recurso ao Blendspace. Foi a ferramenta mais trabalhosa das três que utilizamos, mas também a que teve um produto final mais interessante e versátil. Com esta ferramenta faz-se uma compilação de recursos a trabalhar durante uma aula ou uma unidade didática, sem haver dispersão da informação, estando todos os documentos compilados num local só.
No módulo 3 compilamos e organizamos websites, com recurso ao Symbaloo Edu. De fácil utilização e muito intuitivo, foi para mim o recurso menos interessante de explorar. O computador já possui a pasta  "Favorito"s, onde adiciono os meus sites preferidos, e penso que a ferramenta não trás nada de novo e dificilmente usarei em contexto de sala de aula.
No final de cada módulo fiz a respetiva autoavaliação, onde fiz a análise crítica do trabalho desenvolvido e da ferramenta utilizada, disponibilizando o link para o recurso.
Em relação ao trabalho realizado durante as sessões, adquiri competências na área das ferramentas digitais, pela concretização dos trabalhos solicitados. A aquisição destas competências foi possível pela atenção às explicações teóricas do tutorial e pelo empenho na realização dos trabalhos. Considero, depois de perder o medo inicial de explorar as ferramentas e sabendo que há tutoriais disponíveis no YouTube que explicam como funcionam, que são de fácil acesso e de uso muito intuitivo.
Por tudo o que foi acima apresentado, considero que esta ação foi bastante produtiva e de qualidade, uma vez que permitiu explorar conceitos da área das tecnologias de informação e comunicação atuais e pertinentes. A ação foi notoriamente positiva, as atividades pertinentes, havendo um ambiente de empenho e colaboração que se pôde verificar pela exploração dos blogs dos formandos, onde considero que atingi as competências inicialmente propostas, não obstante algumas dúvidas que surgiram e foram colmatadas, permitindo uma construção harmoniosa do conhecimento.

3 – Reflexão crítica
3.3 –  Conclusões
Enquanto profissional do ensino sinto necessidade de acompanhar a evolução tecnológica para estar atualizada no conhecimento e na aplicação de novas ferramentas informáticas em contexto escolar. Os alunos nascem num meio rodeado de tecnologias e são cativados através do recurso a ferramentas inovadoras e diversificadas, de forma a não haver rotina. O desenvolver o trabalho em grupo ajudou a que houvesse maior troca de ideias e consequente produtividade.
Neste sentido, considero que esta formação contribuiu para melhorar a minha prática docente, uma vez que permitiu desenvolver e aprofundar competências técnico-pedagógicas ao nível da utilização educativa de ferramentas digitais. Este conhecimento será útil e colocado em prática de forma, o que terá certamente reflexos positivos na obtenção de eficiência no processo ensino-aprendizagem.

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